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13-Nov-2009 |
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Público :: 2009.11.13
O número de interrupções voluntárias de gravidez (IVG) continua a aumentar e em algumas unidades de saúde o crescimento é significativo. No Hospital de Amadora-Sintra, por exemplo, houve um acréscimo de 23 por cento no primeiro semestre deste ano; na Clínica dos Arcos (Lisboa), o crescimento foi de 16 por cento até Agosto passado; e no Hospital de Garcia de Orta (Almada), o aumento global foi de cerca de dez por cento.
Mas há hospitais em que o aborto ao abrigo da lei está estabilizado, como o de Santa Maria, em Lisboa, e outros em que o acréscimo é pouco significativo, exemplo da Maternidade de Júlio Dinis, no Porto, soube o PÚBLICO.
Os dados oficiais relativos ao primeiro semestre deste ano vão ser apresentados amanhã, em Lisboa, no II Encontro de Reflexão sobre a IVG, e permitirão perceber em detalhe a evolução desta realidade no país.
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22-Jul-2009 |
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TSF, 2009.07.21
O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida rejeitou o “testamento vital” do PS. O parecer surge depois dos socialistas terem adiado o assunto para depois das eleições.
O parecer do Conselho Nacional de Ética chega depois do PS ter aprovado na generalidade a lei do “testamento vital” e de seguida ter adiado a aprovação final para a próxima legisltaura. Uma das razões do adiamento estava relacionada com o facto do parecer do Conselho de Ética estar atrasado e ainda nao ter chegado à Assembleia da República.
O parecer já conhecido, redigido por Daniel Serrão e João Lobo Antunes, lança muitas críticas ao diploma.
Uma das dúvidas surge em relação ao título do diploma (Direito dos doentes à informação e ao consentimento informado) que «induz em erro porque a declaração antecipada de vontade e o acesso ao processo clínico não relevam do consentimento informado».
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09-Dez-2008 |
Por ocasião do 60.º aniversário da Declaração dos Direitos Humanos no próximo dia 10 de Dezembro, a C-FAM organizou, juntamente com outras organizações pró-vida e pró-família, um abaixo-assinado contra a intenção de declarar o aborto como um Direito Humano, pela ONU.
O documento, que já foi subscrito por cerca de 30 mil pessoas, só na versão portuguesa, defende “o direito à vida de cada ser humano, da concepção até a morte natural, tendo cada criança o direito de ser concebida, nascida e educada no seio de uma família, baseada no matrimónio entre um homem e uma mulher, sendo a família o grupo de unidade natural e fundamental da sociedade”.
Todas as assinaturas serão apresentadas na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, no dia 10 de Dezembro.
A C-FAM, líder da campanha, é uma organização fundada em 1997 para acompanhar e promover a vida no debate sobre políticas sociais nas Nações Unidas e outras instituições internacionais.
Mais informações em www.c-fam.org/publications/id.97/default.asp
Zenit
2008.12.04
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22-Nov-2008 |
Quando o sofrimento é grande, particularmente na ausência de cuidados, o que o doente pede é ajuda.
Não consigo imaginar que no serviço de cuidados paliativos em que trabalho pudesse ocorrer, intencionalmente, a morte provocado pelos médicos. E o que é um facto é que, ao longo destes 16 anos em que trabalho numa equipa que já ajudou bastante mais de um milhar de pessoas na fase última das suas vidas, nunca senti de forma clara que alguém desejasse também a provocação da sua morte. Recordo-me apenas de uma mulher, gravemente mutilada por um cancro incurável na área genital, que pediu o termo da vida de uma forma persistente e que não soubemos ajudar. Fora isto, não tenho memória de ninguém pedir persistentemente o seu fim provocado. Pelo contrário.
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