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Wolkswagen e Toshiba preparam primeiros veículos verdes PDF Imprimir e-mail
13-Fev-2009

Especialistas acreditam que estes carros não vão ser comercializados nos próximos anos.resp_soc003_42-15355512.jpg

A alemã Wolkswagen anunciou a aliança com a japonesa Toshiba, para que possa ser a primeira empresa a construir viaturas eléctricas seguras e acessíveis ao grande público.
A Toshiba vai desenvolver motores eléctricos e aparelhos electrónicos para uma nova geração de automóveis, para que a Wolkswagen seja «a primeira a apresentar veículos que não emitam dióxido de carbono», avança a Lusa.
Martin Winterkorn disse que «há muito trabalho para fazer antes deste automóvel eléctrico ser comercializado em todo o mundo, sobretudo no que respeita às baterias de lítio».
Numa altura em que os veículos verdes estão na agenda política internacional, a Daimler e a Volkswagen querem lançar o primeiro modelo em 2010 mas os especialistas estimam que estes automóveis não vão ser comercializados nos próximos anos.
As construtoras querem comercializar os primeiros veículos verdes em 2012, ano em que se estima que entre em vigor legislação comunitária mais apertada no que se refere às emissões de CO2.

Agência financeira
 2009.02.13

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1042376&div_id=1728



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E se o Ronaldo não jogasse futebol? PDF Imprimir e-mail
19-Jan-2009
A "escola inclusiva" criou assimetrias sociais tremendas e converteu os filhos dos pobres em bodes expiatórios. educacao001_42-20055861.jpg
Claro que não havia gala. Nem festas. Nem fogo-de-artifício. Não só não era o melhor do mundo como, à partida, todos os dias, professores e padres, políticos e sociólogos, juízes e jornalistas, usariam e abusariam de um conjunto de estereótipos que não só explicavam o seu falhanço como muito provavelmente o condenavam à partida a ser um falhado. Ou mesmo um delinquente.
O pai alcoólico, a violência doméstica, os baixos rendimentos da família e a separação dos pais seriam explicações mais que suficientes para que nada se esperasse dele na escola. Nem sequer bom comportamento! Curiosamente, tudo aquilo que explicaria o seu insucesso na escola torna-se um argumento para o reforço do seu carácter e da sua performance quando se fala de futebol. Os artigos sobre a sua infância e adolescência tornaram-se, graças a uns jornalistas em transe místico-futebolístico, numa espécie de conto do Dickens adaptado aos tempos modernos: o pai tinha problemas com o álcool e um outro parente com a droga? Eis então o jovem Ronaldo a abominar esses vícios. A família deixou-o vir sozinho para Lisboa? Eis uma opção a louvar porque de cada vez que ligava para casa, a chorar com saudades, e não o deixavam desistir, aprendia que há que fazer escolhas. Os colegas gozavam com o seu sotaque madeirense? Havia que trabalhar para ser melhor do que eles. E assim sucessivamente até chegar ao triunfo.
Desconheço a real importância destes episódios na vida de Cristiano Ronaldo, mas, a bem da verdade, diga-se que dificilmente uma escola poderia impor aos seus alunos o mesmo rigor que os treinadores impõem aos candidatos a jogadores profissionais, pois logo se vaticinariam mil traumas às crianças em causa. O reverso de a escola não esperar grande coisa destes alunos é que lhes exige pouco e não lhes impõe nada.
Não sei se a memória da pobreza fez ou faz Cristiano Ronaldo chutar melhor, mas tenho a certeza que caso Cristiano Ronaldo tivesse ficado pela escola não só ninguém teria pensado que ele poderia vir a ser o melhor do mundo no que quer que fosse como, e isso é que é grave, nem se esperaria que fosse sequer profissionalmente competente.
 


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Cancro do Colo do Útero: Aprovada Aquisição de 400.000 Vacinas PDF Imprimir e-mail
14-Jan-2009

O Conselho de Ministros aprovou a aquisição de 400.000 vacinas destinadas a prevenir o cancro do colo do útero. A medida insere-se no Programa Nacional de Vacinação e pretende combater a infecção por vírus do Papiloma Humano, responsável por 300 mortes anuais de portuguesas. sociedade007_42-19783703.jpg
 
Reunido na Presidência do Conselho de Ministros, aquele órgão aprovou a Resolução que autoriza a aquisição de vacinas contra a infecção por vírus do Papiloma Humano. O diploma estabelece uma “despesa no valor de 16.635.850 euros, a que acresce IVA à taxa legal em vigor, referente à aquisição de vacinas contra aquela infecção, ao abrigo de contratos públicos de aprovisionamento, bem como a realização dos procedimentos necessários”.

A vacina contra o vírus do Papiloma Humano foi iniciada em 2008, tendo Portugal sido o segundo país europeu a incluí-la no Programa Nacional de Vacinação. Nesse ano foram vacinadas as jovens que fizeram 12 anos e, de acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, é “objectivo para 2009 vacinar todas as que completem 13 e 17 anos, de forma a cobrir toda a população feminina jovem – uma vez que a eficácia da vacina é reduzida a partir do início da vida sexual”.

Portal do Cidadão 
2009.01.07



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Criada Comissão Braille PDF Imprimir e-mail
14-Jan-2009
Com o objectivo de alargar o acesso dos invisuais à escrita Braille vai ser criada a Comissão Braille, queresp-soc002_42-15764656.jpg ficará a funcionar na dependência do Instituto Nacional para a Reabilitação.

A criação desta comissão foi anunciada pela Secretária de Estado da Reabilitação, Idália Moniz, que em declarações à imprensa, anunciou que “este órgão irá fazer um acompanhamento das necessidades de uma boa e eficaz utilização dos signos de Braille”, acrescentando que “há áreas como a música ou a matemática onde é necessário estabilizar o sistema de escrita para que os invisuais possam utilizá-lo devidamente”. 
 
Portal do Cidadão
07-01-2009


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Mensagem de Natal PDF Imprimir e-mail
24-Dez-2008
Todos desejamos a chegada do Natal.
sociedade006_corbis_42-19502751.jpgParece que todo o ano converge para esta quadra e, mesmo os não cristãos se deixam influenciar por este “something in the air” que todos conhecemos, mas que cada ano vivenciamos como se fosse a primeira vez.
A quadra natalícia é, acima de tudo, um apelo á autenticidade, a sermos, pelo menos, uma vez no ano, nós próprios, sem máscaras de espécie alguma, despidos de todos os convencionalismos, apenas nós, num efectivo regresso às origens da pessoa que somos. O mais pertinente é que tal sentimento nos imprime uma sensação muito agradável e de muito conforto.
Porquê?
Porque é no Natal que reencontramos a família, a nossa verdadeira biografia e história, o nosso mais autêntico curriculum.
A família faz-nos bem. Faz-nos constatar quem somos de facto e, quando nos encontramos connosco próprios, incluindo as nossas naturais debilidades, vemo-nos face a face com as contingências próprias de quem é simplesmente… humano. E isto é maravilhoso, isto é a vida em família, isto é o espírito natalício. Para todos, um Santo Natal!
Presidente da In Familia

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