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03-Nov-2009 |
CONVOCATÓRIA
Convoco, nos termos do art. 30 º dos Estatutos da Associação In Familia, os associados para a Assembleia Geral a realizar no próximo dia 14 de Novembro de 2009, pelas 14h30, na Rua de Santa Margarida, 2-A, 3.º dto, Sala 4, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Leitura e aprovação da acta da última Assembleia Geral.
2. Apreciação, discussão e votação do Orçamento e Programa de Acção para o ano de 2010, em cumprimento da alínea c) do número 2 do art. 29.º dos Estatutos
3. Apreciação, discussão e votação de uma proposta de alteração ao nº 2 do artº 30º dos Estatutos da In Família.
4. Outros assuntos de interesse para a Associação.
Se à hora marcada não estiver reunido o número mínimo de sócios previstos nos Estatutos, a Assembleia Geral reunirá uma hora mais tarde com os sócios presentes.
Braga, 29 de Outubro de 2009
Félix Caseiro Aguia
Presidente da Mesa da Assembleia Geral.
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23-Ago-2009 |
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Diário Digital / Lusa :: 2009.08.23
Sempre que foi mãe, Marta tirou licenças sem vencimento até os filhos terem três anos, para conhecê-los melhor. Em contrapartida, por falta de dinheiro e de condições de trabalho, muitos casais desistem das crianças que inicialmente planeavam ter.
Segundo um relatório divulgado este mês pelo Eurostat, o instituto de estatísticas da União Europeia (UE), em 2008 a população portuguesa registou um saldo positivo de apenas 310 pessoas: nasceram 104 590 bebés e morreram 104 280 pessoas.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) assinala, por seu lado, que 13 em cada 100 destes bebés tinham pelo menos um pai estrangeiro, o que revela que os imigrantes estão a ter um papel importante no aumento da natalidade no país: nasceram 13 808 bebés com pelo menos um pai estrangeiro e 90 786 crianças com pai e mãe portugueses.
Apesar de medidas recentes do governo no apoio à natalidade, o índice de filhos por mulher em 2008 foi apenas de 1,37 em Portugal, quando em França, o país da Europa onde se tem mais filhos, cada mulher teve, em média, 2,2 bebés, revela o Eurostat.
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25-Jul-2009 |
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Os avós vêm de longe,
uma lonjura percebida nos olhos e manifestada nas rugas,
no andar vagaroso, sem pressas,
nas memórias antigas de mundos há muito desaparecidos e só visíveis ao seu olhar.
Escondido numa qualquer palavra mais distraída, os avós levam o futuro:
o deles e o dos que, um dia, serão eles.
Futuro em palavras estranhas: “no meu tempo”...
Como se o tempo de agora já não fosse deles.
O tempo dos avós é sempre.
Mesmo quando os filhos e os netos os esquecem, ignoram, abandonam...
até uma risada cristalina e apressada,
anunciando a intemporal brincadeira entre avós e netos, os trazer de novo a casa,
ao lar de onde nunca deveriam ter saído.
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22-Jul-2009 |
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TSF, 2009.07.21
O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida rejeitou o “testamento vital” do PS. O parecer surge depois dos socialistas terem adiado o assunto para depois das eleições.
O parecer do Conselho Nacional de Ética chega depois do PS ter aprovado na generalidade a lei do “testamento vital” e de seguida ter adiado a aprovação final para a próxima legisltaura. Uma das razões do adiamento estava relacionada com o facto do parecer do Conselho de Ética estar atrasado e ainda nao ter chegado à Assembleia da República.
O parecer já conhecido, redigido por Daniel Serrão e João Lobo Antunes, lança muitas críticas ao diploma.
Uma das dúvidas surge em relação ao título do diploma (Direito dos doentes à informação e ao consentimento informado) que «induz em erro porque a declaração antecipada de vontade e o acesso ao processo clínico não relevam do consentimento informado».
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20-Jul-2009 |
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Diário de Notícias :: 2009.07.20
A psicoterapeuta Asha Phillips alerta no livro 'Um Bom Pai Diz Não', da editora Lua de Papel, que se pode estar a criar uma geração de tiranos que não sabem reagir bem a contrariedades.

"Dizer não é um presente que se dá aos filhos." É esta a teoria da psicoterapeuta infantilAsha Phillips, que confrontada no seu trabalho com a dificuldade de alguns pais em impor limites, resolveu escrever um livro sobre o tema. "A ideia surgiu porque tinha muita dificuldade em dizer não às minhas filhas. Depois, no meu trabalho no hospital, com famílias com problemas, percebi que uma das principais dificuldades era impor limites. E, quando procurei livros para me ajudar, não encontrei nada. Então, pus mãos à obra", conta a psicoterapeuta.
A passagem de uma sociedade em que as crianças não tinham direitos para uma em que estão no centro das preocupações dos adultos levou a excessos, defende a especialista. Excessos que estão a contribuir para criar uma geração de "pequenos tiranos" que não sabem reagir a contrariedades. Daí, a importância de estar "preparado para ser pouco popular", diz.
Mais informações e compra do livro em: http://www.infamilia.org/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=570&Itemid=30)
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