|
14-Jan-2009 |
O Conselho de Ministros aprovou a aquisição de 400.000 vacinas destinadas a prevenir o cancro do colo do útero. A medida insere-se no Programa Nacional de Vacinação e pretende combater a infecção por vírus do Papiloma Humano, responsável por 300 mortes anuais de portuguesas. 
Reunido na Presidência do Conselho de Ministros, aquele órgão aprovou a Resolução que autoriza a aquisição de vacinas contra a infecção por vírus do Papiloma Humano. O diploma estabelece uma “despesa no valor de 16.635.850 euros, a que acresce IVA à taxa legal em vigor, referente à aquisição de vacinas contra aquela infecção, ao abrigo de contratos públicos de aprovisionamento, bem como a realização dos procedimentos necessários”.
A vacina contra o vírus do Papiloma Humano foi iniciada em 2008, tendo Portugal sido o segundo país europeu a incluí-la no Programa Nacional de Vacinação. Nesse ano foram vacinadas as jovens que fizeram 12 anos e, de acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, é “objectivo para 2009 vacinar todas as que completem 13 e 17 anos, de forma a cobrir toda a população feminina jovem – uma vez que a eficácia da vacina é reduzida a partir do início da vida sexual”.
Portal do Cidadão
2009.01.07
|
|
|
14-Jan-2009 |
Com o objectivo de alargar o acesso dos invisuais à escrita Braille vai ser criada a Comissão Braille, que ficará a funcionar na dependência do Instituto Nacional para a Reabilitação.
A criação desta comissão foi anunciada pela Secretária de Estado da Reabilitação, Idália Moniz, que em declarações à imprensa, anunciou que “este órgão irá fazer um acompanhamento das necessidades de uma boa e eficaz utilização dos signos de Braille”, acrescentando que “há áreas como a música ou a matemática onde é necessário estabilizar o sistema de escrita para que os invisuais possam utilizá-lo devidamente”.
Portal do Cidadão
07-01-2009
|
|
|
24-Dez-2008 |
Todos desejamos a chegada do Natal.
Parece que todo o ano converge para esta quadra e, mesmo os não cristãos se deixam influenciar por este “something in the air” que todos conhecemos, mas que cada ano vivenciamos como se fosse a primeira vez.
A quadra natalícia é, acima de tudo, um apelo á autenticidade, a sermos, pelo menos, uma vez no ano, nós próprios, sem máscaras de espécie alguma, despidos de todos os convencionalismos, apenas nós, num efectivo regresso às origens da pessoa que somos. O mais pertinente é que tal sentimento nos imprime uma sensação muito agradável e de muito conforto.
Porquê?
Porque é no Natal que reencontramos a família, a nossa verdadeira biografia e história, o nosso mais autêntico curriculum.
A família faz-nos bem. Faz-nos constatar quem somos de facto e, quando nos encontramos connosco próprios, incluindo as nossas naturais debilidades, vemo-nos face a face com as contingências próprias de quem é simplesmente… humano. E isto é maravilhoso, isto é a vida em família, isto é o espírito natalício. Para todos, um Santo Natal!
Presidente da In Familia

|
|
|
10-Dez-2008 |
José Manuel Fernandes, director do Púlico
Reflexão politicamente incorrecta sobre uma Declaração Universal que tem mais do que uma leitura
Há um direito de todos os homens e mulheres que não consta da Declaração Universal dos Direitos do Homem aprovada faz hoje 60 anos: o direito à felicidade. No entanto, como recorda Paula Escarameia, "houve muitas ideias e sentimentos que no passado tiveram expressão legislativa e foram quase esquecidos nos nossos dias. O direito à felicidade, constante das declarações americanas do século XVIII, é um deles". Estava no Bill of Rights que inspirou a revolução americana, não está no documento penosamente negociado pela viúva do Presidente Roosevelt.
É bom recordar este facto, pois é bom ter bem presente que o documento aprovado a 10 de Dezembro de 1948 pelas nascentes Nações Unidas resultou de um compromisso. Mais exactamente de um compromisso realizado no quadro da guerra fria. Em que consistiu tal compromisso? Basicamente no facto de os negociadores ocidentais, em especial os anglo-saxónicos, colocarem a ênfase nos direitos que protegem o cidadão da interferência do Estado na sua liberdade e no dever de considerar que todos os homens nascem livres e iguais, enquanto o bloco comunista fez questão de incluir direitos que implicavam uma intervenção do Estado destinada a proteger determinadas condições sociais e económicas.
|
|
Ler mais...
|
|
|
08-Dez-2008 |
Por ocasião do 60.º aniversário da Declaração dos Direitos Humanos no próximo dia 10 de Dezembro, a C-FAM organizou, juntamente com outras organizações pró-vida e pró-família, um abaixo-assinado contra a intenção de declarar o aborto como um Direito Humano, pela ONU.
O documento, que já foi subscrito por cerca de 30 mil pessoas, só na versão portuguesa, defende “o direito à vida de cada ser humano, da concepção até a morte natural, tendo cada criança o direito de ser concebida, nascida e educada no seio de uma família, baseada no matrimónio entre um homem e uma mulher, sendo a família o grupo de unidade natural e fundamental da sociedade”.
Todas as assinaturas serão apresentadas na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, no dia 10 de Dezembro.
A C-FAM, líder da campanha, é uma organização fundada em 1997 para acompanhar e promover a vida no debate sobre políticas sociais nas Nações Unidas e outras instituições internacionais.
Mais informações em www.c-fam.org/publications/id.97/default.asp
Zenit
2008.12.04
|
|
|
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 | Seguinte > Final >>
|
| Resultados 36 - 40 de 210 |