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02-Nov-2009 |
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A dois meses do fim do ano, ainda pode investir em PPR e ganhar nos impostos. O Diário Económico ajuda-o a conhecer as rendibilidades dos melhores PPR disponíveis no mercado.
Taxas conservadoras para investimentos conservadores. Este parece ser o retrato da maioria dos produtos de poupança que existem no mercado. A queda das taxas Euribor pressionou os rendimentos destas aplicações. Ainda assim, há quem sobressaia.
1. Seguros PPR
A rendibilidade destes produtos só é divulgada uma vez por ano. Desta forma, os últimos dados conhecidos referem-se a 2008. Nesse ano, em média, os seguros PPR acumularam ganhos de 3,4%. Houve, no entanto, quem registasse ganhos mais elevados. No top 3 estiveram os seguintes produtos: o Universall PPR Activo, da Allianz, que rendeu 4,5% . Logo a seguir aparece um produto da Axa: O PPR Opção Garantida que acumulou ganhos de 4,25% no ano passado. O terceiro lugar pertenceu ao PPR Super Investimento BES 360º 2009 que avançou 4,10%.
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16-Jan-2009 |
Com a baixa no preço e da Euribor, há boas oportunidades para comprar casa.
Com o preço das casas a descer e as taxas de juro em queda, será 2009 uma boa altura para comprar casa? Os especialistas não têm dúvidas e são unânimes: "nunca esteve tão bom do ponto de vista do comprador", adiantou Jorge Garcia, responsável de comunicação da ERA Portugal. "Há oportunidade para se fazerem bons negócios e quem tem capital e quer comprar deve fazê-lo", acrescentou Manuel Alvarez, presidente da Remax Portugal.
Diário Económico, Bárbara Barroso
2009.01.16
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13-Jan-2009 |
A sustentabilidade da Segurança Social obriga à diminuição valor das pensões em 2009.
A solução passa por trabalhar mais alguns meses ou ter um PPR. Quem começar a receber a pensão este ano vai sofrer uma penalização de 1,32% por causa do aumento da esperança média de vida. Significa que terá de trabalhar pelo menos mais dois meses para compensar aquele ‘desconto'. Isto é, numa pensão de dois mil euros, o chamado factor de sustentabilidade representa 26,4 euros. Se não fosse aplicado, quem se reformasse este ano receberia no final deste mês 2026,4 euros.
Diário Econímico, Paula Cravina de Sousa
2009.01.12
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11-Dez-2008 |
A crise económica está a afectar o Natal. Conheça as lojas e as formas de comprar os presentes por menos dinheiro.
A crise económica mundial está a afectar o Natal dos portugueses. Na base de uma retracção do consumo está a antecipação de um arrefecimento da economia em 2009. Segundo um estudo da consultora Deloitte sobre as principais tendências para o Natal 2008, os portugueses deverão gastar menos 4,8% nas compras de Natal do quem em 2007. Ou seja, mais de três quartos dos inquiridos vão reduzir os gastos nesta época e apontam como principais razões a subida do preço dos alimentos e dos custos energéticos.
Uma forma de racionalizar o consumo é estabelecer um orçamento. Aliás, 58% dos portugueses pretende estipular um montante para gastar: um em cada dois este ano, comparando com apenas dois em cada cinco no ano passado. Segundo a Deloitte, este é um sinal de que os consumidores já não compram tanto por impulso, preferindo fazer compras ponderadas e oferecer presentes com utilidade, perante uma conjectura económica que se caracteriza por alguma incerteza.
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Dicas para pagar menos pelo melhor
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2- Presentes a 6 de Janeiro
Porque algumas lojas começam com descontos de 50% já no dia 26, proponha trocar presentes no dia 6 de Janeiro. Afinal, noutros países católicos como Espanha, é no dia de Reis que se trocam os presentes.
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25-Nov-2008 |
A taxa de juro implícita do conjunto dos contratos de crédito à habitação manteve a sua tendência crescente no mês passado. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa atingiu o valor médio de 5,868 por cento, o que representa um aumento de 0,083 pontos percentuais face a Setembro. Esta evolução ainda não reflecte a baixa da taxa euribor que se verifica há mais de um mês.
Contudo, adianta o INE, a taxa de juro dos contratos celebrados nos últimos três meses diminuiu 0,020 pontos percentuais, fixando-se em 5,826 por cento. Já quando considerados os prazos dos últimos seis meses e de 12 meses, as taxas de juro mantiveram o acréscimo evidenciado no mês passado, aumentando respectivamente 0,015 e 0,026 pontos percentuais.
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