Caminhada pela Vida 2023 na imprensa

Imprensa regional e nacional publicaram notícias sobre a Caminhada pela Vida que se realizou em várias cidades do país.


SIC Noticias: Centenas de pessoas participam na Caminhada pela Vida

https://sicnoticias.pt/pais/2023-03-18-Centenas-de-pessoas-participam-na-Caminhada-pela-Vida-1a46fb61

Realiza-se, este sábado, a Caminhada pela Vida. Centenas de pessoas saíram à rua em todo o país para se manifestarem contra a eutanásia e o aborto.

Este ano, a caminhada foi organizada em 10 cidades. Para além de Lisboa e Porto vai decorrer também em Braga, Guarda, Viseu, Aveiro, Évora, Coimbra, Santarém e Funchal. A organização diz que o objetivo desta caminhada é testemunhar o amor à vida.

“O motivo da caminhada é, antes de mais, testemunhar o amor à vida. Hoje vamos caminhar pelos bebés que não nasceram, pelas grávidas, pelas famílias que querem educar os seus filhos. Vamos caminhar pelos idosos e pelos doentes”, diz José Maria Duque.

Para a organização, este evento, que decorre pela 11.ª vez, é “um gesto público” para mostrar que “há uma alternativa clara à cultura do descarte e do egoísmo, que é ter uma sociedade que cuida”.



RR: Caminhada pela Vida. “Vemos uma fome desenfreada para aprovar a lei da eutanásia”

https://rr.sapo.pt/noticia/pais/2023/03/18/caminhada-pela-vida-vemos-uma-fome-desenfreada-para-aprovar-a-lei-da-eutanasia/324378/

Cerca de três centenas de pessoas caminharam, este sábado, em Braga pela defesa da vida. A iniciativa aconteceu em 10 cidades a poucos dias do parlamento voltar a apreciar da lei da eutanásia.

A Caminha Pela Vida arrancou este sábado, em dez cidades, e Maria, de 17 anos, foi uma das estreantes no centro de Braga.

À Renascença, a jovem garantiu que esta é uma luta que “vale a pena”. “Estou aqui para lutar pela vida, sobretudo, nos dias de hoje porque há valores morais que não estão bem assentes para algumas pessoas”, justificou a jovem.

E em vésperas do parlamento voltar a apreciar a lei da eutanásia, a luta pela defesa da dignidade da vida “desde a conceção até à sua morte natural” faz “mais sentido do que nunca”, defendeu Micaela, outra das participantes da iniciativa.

“Neste momento, é extremamente importante manifestarmos este apoio à vida . Preocupa-me a aprovação de leis que atentam contra a vida humana. Estou a falar da eutanásia, mas também da lei do aborto que está em vigor”, explicou a bracarense.

“Acho que a sociedade está desperta para simplificar e fugir das suas responsabilidades”, acrescentou Nadir, companheira de caminhada de Micaela.

Para Eva Almeida, da organização do evento em Braga, “o país não tem de dar como resposta à sociedade uma cultura da morte”,

“Nem poder político nem as opções económicas estão do lado da vida e nem do lado da família”, lamentou a responsável. “Vemos uma fome desenfreada para aprovar a lei da eutanásia e já assistimos à pretensão de alargar o prazo para a realização do aborto livre”, criticou.

A Caminhada pela Vida decorreu, este sábado, em 10 capitais de distrito do país numa altura em que o parlamento se prepara para reapreciar o diploma da eutanásia.


Diário do Minho: “Centenas de bracarenses caminharam em defesa da vida”

Centenas de bracarenses participaram, na tarde de hoje, na Caminhada pela vida que se realizou em Braga, à semelhança de outras nove capitais de distrito de todo o país. Com ponto de partida e chegada na Avenida Central, os participantes, desde crianças a idosos, manifestaram-se a favor da vida envergando faixas que diziam “Toda a vida tem dignidade”, “Escolhe a vida” e “Cuidar é uma prova de amor ao outro”.

Minutos antes do início da iniciativa, Eva Almeida, presidente da In Familia, entidade organizadora, explicou que esta caminhada visou apelar para o direito à vida. «Temos consciência de que há muitas ofensas à vida humana, nomeadamente nas opções políticas e económicas do país e vemos, neste momento, uma fome desenfreada em aprovar a lei da eutanásia, para além de que já se discute o alargamento dos prazos para o aborto livre», disse, salientando que «muitos portugueses não concordam com estas posições».

Segundo a responsável, «aquilo que se espera de uma sociedade e de um Parlamento e que se defenda a vida, que se mobilize a sociedade para o bem de cada um e isso passa sempre pela promoção da vida, em apoiar os mais frágeis». «Perante uma grávida em dificuldades não lhe podemos dizer que aborte mas que tem muitas opções e que temos ajuda», exemplificou.

Caminhada pela Vida 2023 na imprensa