A Religião Woke

Autores: Jean-François Braunstein

Ano de edição: 09-2023

Editora: Guerra & Paz

Número de páginas: 184

ISBN: 9789897029981

Categoria: Ciências Sociais e Humanas; Filosofia

Sinopse:

Uma onda de loucura e intolerância está a varrer o mundo ocidental. Com origem nas universidades americanas, a religião woke está a varrer tudo à sua passagem: universidades, escolas, empresas, meios de comunicação social e cultura.

Esta religião propagandeia, em nome da luta contra a discriminação, dogmas no mínimo inauditos:

A teoria de género professa que o sexo e o corpo não existem e que a consciência é que importa.

A teoria crítica da raça afirma que todos os brancos são racistas, mas que nenhuma pessoa racializada o é.

A epistemologia do ponto de vista defende que todo o conhecimento é situado e que não existe ciência objetiva, nem mesmo as ciências exatas.

O objetivo dos wokes é desconstruir todo o património cultural e científico e pôr-se a postos para a instauração de uma ditadura em nome do bem e da justiça social.

É tudo isto e muito mais que Braunstein explica e contextualiza neste A Religião Woke, apoiado por textos, teses, conferências e ensaios, que cita e explica longamente, para denunciar esta nova religião que destrói a liberdade.

Um ensaio chocante e salutar.

Sobre o autor:

Nasceu em Marselha, França, em 4 de novembro de 1953. Licenciou-se em Literaturas Modernas e Literaturas Clássicas e, posteriormente, em Filosofia, sendo mestre em Literaturas Clássicas e doutorado em Filosofia. É membro da Sociedade Francesa de Filosofia e especialista em história e filosofia das ciências.
É atualmente professor titular de Filosofia Contemporânea na Sorbonne e investigador no laboratório EXeCO (Experiência e Conhecimento).
Historiador do pensamento médico e da filosofia francesa dos séculos XIX e XX, Braunstein é um dos principais estudiosos, em todo o mundo, de epistemologia histórica e metodologia da história das ciências. Escreveu livros polémicos, como La Philosophie devenue folle : le genre, l’animal, la mort, em que contesta vigorosamente as teses da teoria do género de Judith Butler e do animalismo de Peter Singer, que visariam apagar o que biologicamente diferencia homens e mulheres, humanos e animais.

A Religião Woke
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