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As 6 diferenças entre a educação do pai e da mãe

Entenda por que os filhos precisam necessariamente da figura do pai e da mãe em sua formação

 

Será que os homens conhecem seu verdadeiro papel na educação dos filhos?

Existe uma complementariedade maravilhosa entre o homem e a mulher na hora de educar os filhos.

Atualmente, devido ao fato de a mulher ter voltado ao mercado de trabalho e ter menos tempo para estar com as crianças, às vezes os papéis de pai e mãe se misturam. Em outros casos, infelizmente, a importância do pai é desvalorizada.

O feminismo radical tem espalhado esta desvalorização da figura masculina, mas é urgente, de vida ou morte, que os homens redescubram e reivindiquem os efeitos mais do que positivos que eles têm na vida dos seus filhos.

Seu lugar está ao lado das mães, não contra elas. Seu papel de contenção e serenidade complementa o lado mais emotivo e de entrega absoluta das mães. Osvaldo Poli, em seu livro “Coração de pai”.

Entre outras coisas, o autor afirma:

“Voltar a valorizar a maneira de educar dos homens não busca incentivar a concorrência entre marido e mulher nem tem sua origem em obscuros desejos de vingança. Ao contrário, a redescoberta dos efeitos positivos da educação paterna alimenta a estima recíproca e favorece uma fecunda aliança educativa entre os pais.”

Alguns papéis dos pais

Para explicar tudo o que um pai faz na vida de um filho e de como a felicidade do pequeno depende também do seu pai, poderíamos escrever milhares de textos, mas este é um tema a ser aprofundado por cada um e pelo bem da nossa família.

No entanto, apresentamos aqui algumas ideias para refletir e conversar entre vocês sobre o que torna a educação do pai diferente da educação da mãe, e por que ambos os estilos se complementam. As anotações se baseiam no livro mencionado para uma melhor explicação:

1. O pai é mais direto e franco no diálogo com os filhos e sobre os filhos; tem uma visão mais realista da situação. A mãe normalmente tenta justificar mais o filho e pensar que ele é melhor do que demonstra ser. Os pais têm menos dificuldade de reconhecer os defeitos dos seus filhos.

2. O pai tem menos medo de dizer “Se vira!”. Se um filho nos pede água, o mais provável é que a mãe a sirva. O pai diria: “A jarra está ali, vá pegar”. Isso não é algo descortês, mas ensina os filhos a se virarem sozinhos. Os pais estão menos dispostos a rebaixar os obstáculos.

3. O pai tem menos medo de pedir aos filhos que respeitem suas exigências. As mães costumam se sentir mais “mártires”. Os pais sabem fazer com que respeitem suas necessidades.

4. O pai trata o filho como capaz de entender e de pedir o que precisa. O típico exemplo da blusa de frio: a mãe não sai de casa sem algo para abrigar o filho, “caso faça frio”, e certamente colocará a blusa no filho quando ela achar que faz frio, mesmo sem a criança reclamar de frio. O pai perguntará ao filho se este sente frio antes de colocar a blusa nele. Por isso, o pai ajuda o filho a assumir suas responsabilidades, situa-o frente à realidade.

5. Do ponto de vista afetivo, o homem deve ser o herói dos seus filhos, ser seu líder, ensinar-lhes perseverança, humildade; o pai protege, é prático e firme. Além disso, também lhes ensina a conhecer Deus.

6. No caso das filhas, o pai é quem lhes ensina como deve ser o homem com quem devem se casar, quem as educa e ensina a lutar; e as protege. Quando uma menina tem um pai que a ama, é mais difícil que se sinta insegura ou inferior em seus relacionamentos amorosos.

Certamente, muitas mães respondem a este texto dizendo que elas são pai e mãe e que o fazem muito bem. Não há dúvidas quanto a isso. No entanto, não podemos tirar do pai seu papel único. Ele é o primeiro que precisa fundamentá-lo com o exemplo e a entrega – em sua relação como esposo e, depois, em seu papel de pai.

Fonte: Aleteia

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As 6 diferenças entre a educação do pai e da mãe